sexta-feira, 16 de abril de 2010

Sujeira faz bem! (pesquisa feitas nos EUA dizem que máxima higiene com bebês pode prejudicar a saúde dos mesmos).

Sujeira pode fazer bem às crianças, dizem cientistas
23 de novembro de 2009 Revista Veja

A teoria da máxima higiene seguida à risca pelas mães mais cuidadosas pode prejudicar a saúde de seus filhos, afirmou uma pesquisa recente realizada nos Estados Unidos. O contato com a sujeira, disseram os cientistas, incentiva o sistema imunológico infantil a se preparar para futuras doenças e alergias.
Segundo o estudo, algumas bactérias com as quais temos contato durante a infância - e que acabam se alojando na nossa pele - podem nos ajudar na fase adulta, prevenindo infecções. Os cientistas ainda afirmaram que esses micróbios unicelulares tornam nosso sistema imunológico menos "exigente", amortecendo as respostas como dor, inflamação ou alergia a qualquer contato com um agente estranho ao organismo.
A pesquisa realizada nos Estados Unidos foi publicada na edição on-line da revista Nature Medicine. Os especialistas ressaltam que as conclusões do estudo auxiliam na explicação da "hipótese da higiene", uma premissa que afirma que a exposição a germes durante os primeiros anos da infância tornam o corpo muito mais apto às reações alérgicas.
Os pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade da California, nos EUA, encontraram uma espécie comum de bactéria, conhecida como Staphylococci, capaz de bloquear processos inflamatórios. Segundo o professor Richard Gallo, que conduziu a pesquisa, "as descobertas ajudarão os médicos a prescrever novos tratamentos para as doenças inflamatórias da pele".

Sistema Imunológico

Introdução

Dentro do nosso corpo há um impressionante mecanismo de proteção, chamado sistema imunológico. Ele foi elaborado para defendê-lo de milhões de bactérias, micróbios, vírus, toxinas e parasitas que adorariam invadir nosso corpo. Para compreender o poder do sistema imunológico, tudo o que você precisa fazer é olhar o que acontece quando qualquer coisa morre. Isso pode parecer grosseiro, mas mostra algo muito importante sobre o seu sistema imunológico.

Quando alguma coisa morre, nosso sistema imunológico (junto com todo o resto) é desativado. Em uma questão de horas, o corpo é invadido por todo tipo de bactérias, micróbios, parasitas... Nenhuma dessas coisas é capaz de entrar quando o sistema imunológico está funcionando, mas no momento em que ele pára a porta fica escancarada. Quando morremos, leva apenas algumas semanas para que esses organismos destruam completamente nosso corpo e o levem embora, ficando apenas o esqueleto. Obviamente, o sistema imunológico está fazendo algo impressionante para impedir que toda essa destruição aconteça - enquanto estamos vivos.

O sistema imunológico é complexo, conexo e interessante. E há pelo menos duas boas razões para você saber mais sobre ele. Primeiro, é simplesmente fascinante compreender de onde vêm coisas como febre, urticária, inflamação etc. Você também escuta bastante sobre o sistema imunológico nos noticiários à medida que novas partes dele são compreendidas e novas drogas são lançadas - saber sobre o sistema imunológico torna essas notícias compreensíveis. Neste artigo, vamos dar uma olhada em como o sistema imunológico funciona de modo que possamos entender o que ele está fazendo por nós a cada dia, assim como o que ele não está fazendo.

Anti-Bióticos

Como funcionam os antibióticos

Às vezes, o seu sistema imunológico não é capaz de reagir rápido o suficiente para vencer a taxa de reprodução de uma certa bactéria, ou a bactéria está produzindo tão rapidamente uma toxina que causa danos permanentes, antes que o sistema imunológico possa eliminá-la. Nesses casos, seria bom ajudar o sistema imunológico matando diretamente as bactérias ofensoras.

Os antibióticos funcionam nas infecções bacterianas. Antibióticos são substâncias químicas que matam as células bacterianas mas não afetam as células que constituem o teu corpo. Por exemplo, muitos antibióticos interrompem o mecanismo dentro das células bacterianas que constrói a parede celular. As células humanas não contêm esse mecanismo e portanto não são afetadas. Antibióticos diferentes funcionam em partes diferentes do mecanismo de uma bactéria e desse modo cada um é mais ou menos efetivo em tipos específicos de bactérias. Esta espeficidade pode ser vista no uso de antibióticos contra os vírus; além de não serem considerados propriamente estruturas vivas, os vírus não possuem o mesmo maquinário que as bactérias, logo, os antibióticos não surtem efeito algum contra eles.

Um problema com os antibióticos é que eles perdem a efetividade com o tempo. Se você tomar um antibiótico, ele normalmente matará todas as bactérias que atingir durante o curso de uma semana ou 10 dias. Você se sentirá melhor em apenas um ou dois dias porque o antibiótico mata rapidamente a maioria das bactérias que atinge. Contudo, pode acontecer de uma das gerações de bactérias conter uma mutação que a torna capaz de sobreviver àquele antibiótico específico. Essa bactéria vai então se reproduzir e toda a doença sofrerá mutação. Por fim, a nova variedade estará infectando a todos e o velho antibiótico não terá efeito sobre ela. Esse processo tem se tornado cada vez mais comum com o passar do tempo e tem preocupado significativamente a comunidade médica.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Fórum de respostas a cirurgias plásticas

Tema: Cirurgia Plástica vicia?

Resposta: Depende... Quando você quer muito mudar alguma parte do seu corpo e vc faz a plástica e obtem bons resultados você logo procura por outro 'defeito' para tentar melhorá-lo, caso a cirurgia seja um fracasso você obviamente vai se arrepender e tentar corrigir o erro... Esta é uma questão que entra a ética médica e o senso do paciente para saber até onde vale a pena uma cirurgia, entender que é saudável ser natural e se aceitar, cirurgias foram feitas para melhorar ou até mesmo suavizar traços que podem ser acentuados ou minimizados, traços que geram um certo desconforto ao indivíduo. Existem as cirurgias que não visam só pela vaidade e sim necessidade, como por exemplo alguém que tem um desvio de septo bem acentuado que pode ter como prejudicado a sua capacidade de executar certas funções, etc, logo uma cirurgia nesse caso seria bem vinda pois não meche só com a estética como também proporcionará um melhoramento na forma de vida do indivíduo, há também cirurgias que são bem mais voltadas a vaidade...
Bem... o momento de saber parar é muito importante, nesse caso é crucial um bom relacionamento entre médico e paciente.

(resposta dada ao fórum no dia 14/04/2010 enviada por Diego L. Leonel Guedes)

terça-feira, 13 de abril de 2010

Estudo a obesidade (fibras alimentares ou 'dietéticas')

FIBRAS DIETÉTICAS

As fibras dietéticas ou alimentares são nutrientes encontrados nos vegetais que não são digeridos pelas enzimas do sistema digestivo humano, não possuindo calorias. Esses nutrientes pertencem ao grupo dos carboidratos, fazendo parte da categoria dos polissacarídeos (carboidratos complexos).

Definição

A definição de fibra dietética foi uma fonte de controvérsia científica, onde a FAO em dois relatos consecutivos sugeriram a eliminação do termo "fibra dietética". Este termo hoje é aceito por consumidores, indústrias alimentícias e por órgãos do governo.

As definições e termos com relação às fibras alimentares são diferentes em diversas partes do mundo.

Existem várias definições para o termo "fibras alimentares", onde no caso de Burkitt e Trowell definiram fibras como: "Componentes contidos nas paredes das células dos vegetais e que não digeríveis pelo intestino delgado do ser humano, portanto não fornecem energia (caloria)."

Hoje em dia a definição de fibra alimentar foi ampliada, podendo ser classificada como: "polissacarídeo armazenado na célula da planta" (grupo dos carboidratos).

Em relação à terminologia, a fibra pode ser crua, vegetal ou alimentar. A fibra crua é o resíduo obtido após o tratamento dos vegetais com álcalis e ácidos, sendo um conceito químico e não biológico.

As fibras alimentares derivam-se principalmente de parede celular e de estruturas intercelulares dos vegetais, frutos e sementes, estando associadas a outras substâncias como proteínas, compostos inorgânicos, oxalatos, fitatos, lignina e substâncias fenólicas de baixo peso molecular. Já a maioria dos grãos possuem alto peso molecular.

As fibras possuem excelentes propriedades quando os alimentos ingeridos estão em sua forma natural, ou seja, com a casca, pois o cozimento de verduras e legumes, por exemplo, faz com que tenham muitas perdas das quantidades de fibras, podendo perder sua ação e propriedades.

Apesar de diversas ações benéficas das fibras em nosso organismo, altas doses são desaconselháveis, pois o excesso pode interferir negativamente na absorção de minerais, especialmente cálcio e zinco. Não possuem efeito cumulativo, ou seja, são essenciais na dieta.
[editar] Importância

No últimos anos, as fibras alimentares ou fibras dietéticas vêm despertando grande interesse em pesquisas científicas. Entretanto, a investigação sobre o papel das fibras na dieta no organismo humano não é nova. A propriedade laxativa do farelo de trigo é reconhecida desde o tempo de Hipócrates e foi comprovada por pesquisas científicas realizadas nos anos 30, valorizando o emprego das fibras alimentares para tratar a constipação intestinal.

Nos anos 50, alguns pesquisadores começaram a notar que em coletividades não submetidas aos processos da industrialização de alimentos, os casos de constipação intestinal eram raras, ou mesmo inexistentes.

O interesse de fibras alimentares na dieta surgiram no início da década de 70, com grupos de voluntários na África, pela ação de dois médicos ingleses, Denis Burkitt e Hugh Trowell, onde descobriram que muitas doenças ocidentais eram decorrentes da falta de fibras na dieta. Os nativos eram habituados a refeições ricas em cereais integrais, verduras, frutas e legumes, que muitas vezes o consumo de fibras alimentares chegavam até 150 g/dia, enquanto que em países desenvolvidos o consumo chegava a aproximadamente 15 g/dia,por este motivo os nativos não conheciam as doenças gastrointestinais e todas as demais enfermidades comuns em países desenvolvidos e subdesenvolvidos, onde a ingestão de alimentos refinados e de origens animais superaram a dos vegetais e alimentos integrais.

A partir deste ponto, os cientistas chegaram a seguinte conclusão: se o homem voltasse à dieta para o qual está geneticamente adaptado, com mais itens vegetais, naturalmente consumiria mais fibras alimentares e menos gordura, trazendo diversos benefícios para a saúde, prevenindo a incidência de câncer e doenças cardiovasculares, que juntas correspondem a mais de 80% de mortes prematuras em países desenvolvidos e subdesenvolvidos como no caso do Brasil.

Um estudo da Universidade de Leeds indica que o consumo diário de 30 gramas de fibras presentes nos alimentos reduz pela metade o risco de câncer de mama [1].

Outro estudo indica que o consumo de fibras, particularmente de grãos integrais, diminui os riscos de desenvolver doença pulmonar obstrutiva crônica [2].

O consumo de fibras também está associado à prevenção contra diabetes [3].

Dentre todas as virtudes das fibras alimentares, a mais conhecida por quem busca uma dieta equilibrada é, sem dúvida o bom funcionamento do intestino e prevenção de doenças, além de terem efeito sobre diversos parâmetros fisiológicos [4].

Com o aumento da expectativa de vida dos brasileiros e ao mesmo tempo o crescente aparecimento de doenças crônicas como obesidade, aterosclerose, hipertensão, osteoporose, diabetes e câncer, está havendo uma preocupação maior, por parte da população e dos órgãos públicos de saúde, com a alimentação. Hábitos alimentares adequados como o consumo de alimentos pobres em gorduras saturadas e ricos em fibras presentes em frutas, legumes, verduras e cereais integrais, juntamente com um estilo de vida saudável (exercícios físicos regulares, ausência de fumo e moderação no álcool) passam a ser peça chave na diminuição do risco de doenças e na promoção de qualidade de vida, desde a infância até o envelhecimento.

O papel da alimentação equilibrada na manutenção da saúde tem despertado interesse pela comunidade científica que tem produzido inúmeros estudos com o intuito de comprovar a atuação de certos alimentos na prevenção de doenças.

Na década de 80, foram estudados no Japão, alimentos que além de satisfazerem às necessidades nutricionais básicas desempenhavam efeitos fisiológicos benéficos.

Após um longo período de trabalho, em 1991, a categoria de alimentos foi regulamentada recebendo a denominação de "Foods for Specified Health Use" (FOSHU). A tradução da expressão para o português é alimentos funcionais ou nutracêuticos.
[editar] Classificação das fibras alimentares

Os nutricionistas classificam as fibras dietéticas de acordo com a sua capacidade para se dissolverem em água. As pectinas, gomas, mucilagens, e algumas hemiceluloses dissolvem-se em água e por isso são denominadas de fibras solúveis.

A celulose, algumas hemiceluloses e a lignina não se dissolvem em água e por isso são consideradas fibras insolúveis.

Apenas os alimentos vegetais apresentam fibras dietéticas. Entre os alimentos ricos em fibras dietéticas incluem-se os cereais e sementes integrais tais como o arroz integral, a aveia, os legumes tais como o feijão, os grãos, as ervilhas, as lentilhas, e de um modo geral as frutas. A aveia integral, os legumes, a fibra de soja, e algumas frutas são ricos em fibras solúveis, enquanto que o trigo integral, e a maior parte das sementes e cereais são ricos em fibras insolúveis.

As fibras solúveis da aveia demonstraram ter a capacidade de ajudar a baixar os níveis de colesterol e por isso têm sido adicionadas a algumas misturas de cereais para pequeno almoço e sumos.
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Pectina

A pectina é um polissacarídeo ramificado constituído principalmente de polímeros de ácido galacturónico, ramnose, arabinose e galactose.

É um dos principais componentes da parede celular das plantas e o principal componente da lamela média.

As suas ramificações servem para aprisionar a água em redor a fim de tornar o meio mais gel.

Para se obter um produto uniforme e firme, na maioria das vezes é necessária a adição de pectina comercial aos sucos ou polpas de frutas, a fim de ajustar o seu teor para um nível adequado para a geleificação.

A pectina é um ácido poligalacturônico parcialmente esterificado com grupos metoxila.

As principais fontes para a produção comercial são os resíduos das indústrias de suco de maçã e de citros, sendo que no Brasil somente esta última é utilizada.

O grau de metoxilação (DM) é uma medida da proporção de grupos carboxílicos que estão presentes na forma esterificada. Assim, um DM de 0,6 indica 60% de esterificação.

As pectinas com alto grau de metoxilação tem DM maior que 0,5. Em altas concentrações de açúcar, tanto as pectinas de alta quanto as de baixa metoxilação podem formar gel, mas se a concentração de açúcar é baixa, apenas as de baixa metoxilação formam gel e, ainda, somente na presença de certos cátions, sendo o cálcio o mais utilizado.

As pectinas presentes nas frutas são geralmente as de alta metoxilação.

A graduação de uma pectina é a medida do seu poder de geleificação, dada geralmente em graus SAG. Estes são o número de gramas de sacarose que é capaz de geleificar um grama de pectina, formando um gel de consistência padronizada em condições determinadas.

A velocidade de geleificação também vai depender do grau de metoxilação. Em pectinas com DM maior que 0,6 ela ocorre com maior rapidez e sob temperaturas mais altas.

Essas pectinas são úteis na elaboração de produtos com frutas em suspensão, pois a geleificação rápida sob alta temperatura mantém os pedaços de frutas bem distribuídos na massa, evitando-se a decantação ou afloramento dos pedaços de frutas.

Bibliografia: Wikipédia

sábado, 10 de abril de 2010

Sônia Lopes

Uma das maiores autoras brasileiras de livros de Biologia para Ensino Médio, e tambem auxiliadores no Ensino Superior, deixo aqui um link para algumas de suas obras:




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Os 5 estágios de um paciente terminal

Elizabeth Kübler-Ross, psiquiatra suíça, é autora de dois livros que tratam do tema morte. São eles: (1) Sobre a morte e o morrer - Editora Martins Fontes; e (2) A Roda da Vida - Editora Sextante. Segundo especialistas, seu trabalho é um dos precursores da Tanatologia (ciência que estuda a morte). Ela publicou seus primeiros relatos sobre o assunto na década de 60. Do seu trabalho com pacientes portadores de doenças fatais ou incuráveis, as conclusões que ficaram mais famosas dizem respeito aos estágios comportamentais e/ou psicológicos pelos quais passam os pacientes após ficarem sabendo diagnóstico e do prognostico, neste caso a morte ou a convivência para sempre com a doença e suas conseqüências.

A Doutora Kübler-Ross, descreveu cinco estágios ou fases comportamentais / psíquicas pelas quais as pessoas passam a partir do momento em que descobrem que estão com uma doença incurável. São as seguintes: negação, raiva, barganha, depressão e aceitação. Ainda que, estas fases, em geral, ocorram na ordem apresentada, isto não é obrigatoriamente necessário e as reações que tipificam cada uma delas podem coexistir em um mesmo momento. Ela também descreveu que nem todos pacientes enfrentam todos os estágios identificados, embora tenha afirmado que uma pessoa sempre experimentará ao menos dois.

Kübler-Ross originalmente aplicou estas etapas ao entendimento de reações a qualquer forma de perda pessoal catastrófica, tal como a morte de um ente querido, ou mesmo o divórcio.

A importância dos profissionais de saúde e familiares conhecerem as características das fases descritas reside no fato de que isto permitirá administrar melhor a evolução dos acontecimentos até o desfecho da doença, evitando ou minimizando os conflitos e as angustias do paciente e entre ele e os demais.

1. Primeiro estágio - Choque e Negação: A reação inicial ao saber o prognóstico é de choque, então o paciente pode se recusar acreditar no diagnóstico ou negar que algo está errado. Manifesta frases similares a estas: “Isto não está acontecendo”; “Não, eu não. Não pode ser verdade.”; “Deve haver um engano.”; "Não pode existir nada de errado, é só esse probleminha, no restante estou perfeitamente saudável."

2. Segundo estágio - Raiva: O paciente reage com muita raiva, zanga ou irritação ao compreender seu estado real e as conseqüências da doença. Frases: “Por que eu?”; “Por que não ele?”; “Porque comigo,que sempre fiz o bem, sempre trabalhei e fui honesto?”; “O que fiz para merecer isso?”; “Porque Deus fez isto comigo? "

3. Terceiro Estágio - Barganha: Aqui o paciente já admite a existência da doença e pode tentar negociar em busca da cura. São comuns as tentativas de acordos, barganhas ou promessas a Deus. Frases: “Se Deus me curar, dedicarei minha vida toda Ele”; “Se Deus me curar, vou ajudar os pobres.” “Deus, ajude-me a viver mais alguns anos, até os meus filhos estarem mais independentes e não precisarem tanto de mim.”

4. Quarto Estágio - Depressão: O paciente pode mostrar sinais depressivos importantes: desânimo generalizado, inquietação, alterações do sono, perda de apetite, desesperança, etc. Frases: "Eu não consigo enfrentar isto.”; “Não posso fazer minha família passar por isto.”; “O que será de mim?”; “Eu falhei.”

5. Quinto Estágio - Aceitação: O paciente compreende que a doença é inevitável e aceita seu destino. Frases: "Estou pronto, eu não quero lutar mais."; “Já posso partir!".

Video de exemplificação dublado:


Video de exemplificação legendado: